Amanhã, o destino de 50 mulheres, algumas catadoras de
materiais recicláveis, começam a mudar de perspectiva quando será iniciado,
pela Secretaria da Mulher do Recife, o curso de gestão de cadeia de resíduos
sólidos. Elas serão preparadas para atuar no galpão de triagem da Empresa de
Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb), que está sendo construído no bairro do
Arruda, Zona Norte da Capital. A formação faz parte de uma série de aulas que
serão ministradas sobre os mais variados temas. Foram investidos mais de
R$1milhão para garantir a iniciativa, que tem como intuito central proporcionar
às mulheres inserção no mercado de trabalho, além de garantir o papel
político-social deste gênero.
A ação faz parte do programa “Mulher, Trabalho e Renda”, no sentido de estimular o acesso à renda, já que grande parte delas está inserida dentro do mercado informal. “É uma iniciativa voltada para a autonomia econômica da mulher. O objetivo é de que elas participem dos cursos e, quem sabe, possam formar uma cooperativa, no caso das que participarão da gestão de resíduos sólidos”, afirmou a secretária da Mulher, Silvia Cordeiro. Além das catadoras, serão formadas turmas para os cursos de artesanato, mecânica de bicicleta, guia turístico, designer de material reciclável, tecnologia da informação e formação sociopolítica.
A seleção das mulheres para a primeira turma foi pautada pela proximidade com o galpão que está sendo levantado, além do interesse em atuar na estrutura. “Estou inscrita porque estou desempregada e preciso. Quando as coisas apertam, me viro como posso e cato latinhas. Vou aprender mais coisas e colocar o meu barco para frente. Devo ter uma perspectiva diferente de vida”, afirmou uma das alunas, Zinaide de Morais, de 41 anos. “Não se trata de colocar mulheres para fazer o curso e deixar para lá. Para se tornar uma ação produtiva temos que dar outro espaço, onde elas poderão desenvolver habilidade e se potencializar”, afirmou a secretária. Por isso, as aulas também tratarão de temas como cidadania, cuidados com meio ambiente, gestão de negócios, saúde, entre outros. Por terem que parar suas atividades por um período para frequentar os encontros, uma bolsa de R$ 300 será ofertada para as alunas do curso de gestão de resíduos. O próximo a ter início será o de artesanato, que começará em março, com 150 alunas.
A ação faz parte do programa “Mulher, Trabalho e Renda”, no sentido de estimular o acesso à renda, já que grande parte delas está inserida dentro do mercado informal. “É uma iniciativa voltada para a autonomia econômica da mulher. O objetivo é de que elas participem dos cursos e, quem sabe, possam formar uma cooperativa, no caso das que participarão da gestão de resíduos sólidos”, afirmou a secretária da Mulher, Silvia Cordeiro. Além das catadoras, serão formadas turmas para os cursos de artesanato, mecânica de bicicleta, guia turístico, designer de material reciclável, tecnologia da informação e formação sociopolítica.
A seleção das mulheres para a primeira turma foi pautada pela proximidade com o galpão que está sendo levantado, além do interesse em atuar na estrutura. “Estou inscrita porque estou desempregada e preciso. Quando as coisas apertam, me viro como posso e cato latinhas. Vou aprender mais coisas e colocar o meu barco para frente. Devo ter uma perspectiva diferente de vida”, afirmou uma das alunas, Zinaide de Morais, de 41 anos. “Não se trata de colocar mulheres para fazer o curso e deixar para lá. Para se tornar uma ação produtiva temos que dar outro espaço, onde elas poderão desenvolver habilidade e se potencializar”, afirmou a secretária. Por isso, as aulas também tratarão de temas como cidadania, cuidados com meio ambiente, gestão de negócios, saúde, entre outros. Por terem que parar suas atividades por um período para frequentar os encontros, uma bolsa de R$ 300 será ofertada para as alunas do curso de gestão de resíduos. O próximo a ter início será o de artesanato, que começará em março, com 150 alunas.
Fonte: Folha de Pernambuco
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