| A plataforma surgiu após relatos de agressão denunciados em um grupo no Facebook O aplicativo foi desenvolvido durante a Startup Weekend Women. Foto: Flora Lins/Divulgação. |
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O projeto surgiu durante o evento de empreendedorismo feminino, Startup Weekend Women. Pela primeira vez participando do encontro, um grupo de nove mulheres se reuniram para criar a plataforma. "Faço parte de um grupo sobre relacionamentos abusivos e um membro do grupo que sofria pediu ajuda através de um áudio feito durante enquanto a agressão ocorria. O grupo se mobilizou de saber quem morava mais perto, para chamar a polícia e ir resgatá-la. Então imaginei que se houvesse um app que juntasse a parte da denúncia e o grupo de apoio, facilitaria tanto denúncias, como a mulher se sentir segura e emponderada para sair da situação", conta a analista de informações, Emily Blyza, de 24 anos.
A equipe da plataforma conta ainda com designers,
jornalistas, desenvolvedoras, analistas de marketing e psicóloga. Por enquanto
o app ainda está na versão beta, para testes e receber retorno das usuárias
quanto ao uso. "A maioria das mulheres que denunciam estão sós. A rede
funciona para que se ela precisar, tenha apoio jurídico, psicológico, entre
outros", explica Blyza. A intenção é conectar principalmente quem está
mais próxima da rede, através da geolocalização, para que a mulher se sinta
segura.
"Essa questão de "meter a colher" é porque muitas mulheres têm medo, vergonha, ficam fragilizadas em denunciar ou falar que sofre algum tipo de violência doméstica. O app quer solucionar isso, criar uma rede de mulheres que precisam de ajuda e mulheres que estão dispostas a ajudar, explica a pesquisadora de comportamento do consumo, Renata Albertim, 28.
"Essa questão de "meter a colher" é porque muitas mulheres têm medo, vergonha, ficam fragilizadas em denunciar ou falar que sofre algum tipo de violência doméstica. O app quer solucionar isso, criar uma rede de mulheres que precisam de ajuda e mulheres que estão dispostas a ajudar, explica a pesquisadora de comportamento do consumo, Renata Albertim, 28.
Mariana Fabrício - Diario de Pernambuco
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